UESP cria Departamento da Mulher e amplia protagonismo feminino no Carnaval de São Paulo.
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UESP cria Departamento da Mulher
A medida chega em um momento de transformação estrutural no samba da cidade e dialoga diretamente com pautas contemporâneas de equidade de gênero dentro das agremiações e nos bastidores da folia.
A criação do departamento representa um avanço importante dentro da UESP, que organiza os desfiles dos grupos de bairros do Carnaval de São Paulo e reúne dezenas de escolas e blocos carnavalescos.
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“A UESP é a entidade representativa do Carnaval com maior número de mulheres presidentes de agremiações carnavalescas do Brasil”, destacou o presidente da UESP, Alexandre Magno (Nenê Teixeira).
A criação do Departamento da Mulher posiciona a UESP como uma entidade atenta às transformações sociais e às demandas contemporâneas do Carnaval.
Mais do que uma mudança administrativa, trata-se de um movimento estratégico de valorização humana, que fortalece a base das escolas de samba e projeta um futuro mais inclusivo para a cultura carnavalesca paulistana.

O novo setor será coordenado por Regiane Alves Ferreira, que assume a missão de estruturar políticas e ações voltadas às mulheres. A primeira ação prática do Departamento da Mulher será a convocação de uma grande reunião de alinhamento.
Foram chamadas a integrar a linha de frente do movimento as presidentes das agremiações ligadas à UESP, as coordenadoras e as embaixadoras da instituição. O objetivo é estruturar em conjunto os detalhes e as datas da marcha contra o feminicídio.
Regiane destacou ainda que a luta das mulheres do samba passará pelo acolhimento emocional. O projeto prevê a realização de workshops, palestras e rodas de conversa focadas na saúde mental e suporte psicológico.
Em um dos momentos mais marcantes do discurso de apresentação, Regiane enfatizou que a luta não deve ser travada apenas pelas mulheres. Uma convocação direta foi feita aos homens que compõem o mundo do samba para que reflitam e se engajem na causa.
“Nós precisamos dialogar com os homens. Os homens precisam entender a nossa luta. Ninguém quer ficar na frente nem atrás deles, a gente quer que eles caminhem do nosso lado”, declarou Regiane Ferreira.
O Departamento da Mulher da UESP inicia seus trabalhos imediatamente, e as datas das primeiras reuniões serão divulgadas em breve pelos canais oficiais da instituição.
Fonte: Comunicação UESP



